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O que penso de Vadão e da seleção feminina brasileira


Não vejo a seleção brasileira como a grande favorita ao Mundial.

Torcerei para que isso aconteça, pois sou um fã incondicional do futebol feminino brasileiro, mas acho que falta muito ainda para voltarmos a ter um rótulo de favoritismo em Mundiais.

Principalmente pelas fracas últimas 9 atuações, onde perdemos as 9 consecutivamente.

Nesse caminho tivemos a participação vexatória na She Believes Cup, onde sequer incomodamos adversárias mais tarimbadas e mais favoritas como Estados Unidos, Japão e Inglaterra.

O futebol apresentado é fraco.

Reitero que torço muito, mas acho que 15 dias é muito pouco para que um outro nível de jogo possa ser apresentado.

E aí, com todo o respeito Vadão, mas descartar as 9 derrotas consecutivas e “olhar para o futuro” é típico de quem não reconhece os erros cometidos neste caminho. E foram muitos.

Sem rever as inúmeras falhas feitas nestas partidas, fica difícil ter qualquer esperança de que dias melhores para a nossa seleção virão.

Ah e dizer que a Jamaica, que participa pela Primeira vez da Copa do Mundo, joga nos “moldes africanos”, não dá né?

A seleção caribenha é fraca, mas não dá para colocá-la em moldes de um estilo de jogo bem diferente do exposto.

Partindo para a lista de Vadão, achei as jogadoras relacionadas muito boas, capazes e competentes para participar do Mundial.

Mas fico com o receio da não convocação das jogadoras do Santos e do Flamengo que, ao lado do Corinthians, tem os melhores elencos do futebol brasileiro.

Hoje as meninas do Peixe lideram o Brasileirão de Futebol Feminino e o Mengão está sempre ali, ocupando as primeiras posições da competição.

Óbvio que, assim como no futebol masculino, o nosso campeonato nacional não pode ser comparado as fortes ligas internacionais existentes no futebol inglês, espanhol, alemão ou americano, por exemplo. Há uma diferença muito grandes entres estas competições.

Mas caberia um espacinho aí para algumas Sereias da Vila e da equipe rubro-negra.

Como bem lembrou a minha amiga e comentarista Alline Calandrini, Angelina e Brena poderiam ter a oportunidade para estarem na lista, embora até entenda que o técnico da seleção não quis fazer muita surpresa e foi no trivial, com as jogadoras que já está acostumado a trabalhar.

Agora é hora de torcer, apoiar e incentivas, mas criticar quando for necessário.

Boa sorte as meninas do Brasil!

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