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Cruzeiro vence, mas precisava ser com esse drama todo?


O Cruzeiro conquistou ótimo resultado em Buenos Aires. Estrear vencendo fora de casa por 1 a 0 é bom demais, mas não precisava ser com tantos sustos assim.

Após o gol marcado por Rodriguinho, principalmente na Etapa Final, o time se fechou intensamente e recuou, suportando a pressão colocada pelo Huracán. Ao bom e velho estilo Mano Menezes de jogar.

Aliás, Rodriguinho pode ser o cara decisivo que o time precisa para conseguir sonhar alto nesta temporada.

A Raposa teve até boa atuação no Primeiro Tempo e parecia ter o jogo nos seus domínios. Na Segunda Etapa porém, tudo mudou.

O time se fechou demais. Era preocupante.

A tática, embora não goste muito, seria válida se o Cruzeiro conseguisse contra-atacar, principalmente no Segundo Tempo, mas não foi o que se viu.

O time não conseguia criar tais tipos de situação, a válvula de escape não surgiu.

O Huracán avançou, pressionou, tentou de tudo.

Teve até de atacar na base do desespero, mas não conseguiu o sonhado tento que daria o empate. A partir daí, adicione a tudo isso a atuação magistral que Fábio teve em situações chave e fundamentais nos 90 minutos. Não precisava ter de ficar nesse desespero diante do sétimo colocado no Campeonato Argentino.

Sétimo colocado esse que fez uma boa atuação diante dos últimos jogos ruins, a melhor atuação deles depois de últimas atuações bem aquém.

E nessa pressão toda, no fim, também teve Mano expulso, gol do Huracán corretamente anulado pela arbitragem nos acréscimos e Fábio, mais uma vez, fazendo milagres.

A primeira vitória do Cruzeiro diante de Los Quemeros em Libertadores. Em 2015 foi 1 empate em casa e 1 derrota fora.

1 a 0 este que, mesmo com inúmeras dificuldades, tem de ser bastante celebrado.

Mas não precisava ser com torcedores azuis quase infartando.

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