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Porque ainda querem insistir em Deyverson?


Deyverson é o garoto problema do Palmeiras. Disso ninguém dúvida.

O atacante que foi pedido por Cuca, ao qual não caiu nas graças do treinador e tampouco do sucessor Roger, só começou a aparecer quando Felipão assumiu e lhe deu inúmeras oportunidades para disputar posição com Borja.

E ele foi eficaz nesse quesito, marcando mais gols e sendo superior a Borja na era de Scolari. O problema do complicado e complexo jogador sempre foi sua cabeça, que se assemelhava com uma imaturidade duvidosa, colecionando uma série de bobagens e besteiras que culminavam em expulsões imperdoáveis e momentos em que sua ausência prejudicava sensivelmente o time.

E a última (acho que a principal deles) foi a cusparada em Richard no clássico. Atitude impensada e imperdoável. Seu caminho no Palmeiras parece que teria um final. Ali foi o ponto decisivo, a gota d’água.

Mas, se causou problemas e passou a ser questionável e até não tão querido assim por alguns, os gordos 12 milhões de Euros que surgiram de uma proposta do futebol chinês pareciam que iriam apaziguar o clima lá. Convenhamos, se a proposta tivesse sido mesmo real, ao menos o valor recebido poderia custear a vinda de um bom novo e menos problemático centroavante.

Quem sabe até um 9 de renome Mundial? Já era o sonho do torcedor alviverde.

Sonho esse que foi interrompido com a recusa de Deyverson em ser negociado e que foi sacramentado com Felipão, o paizão, afirmando que ele fica no último final de semana.

Porque?  Porque querer continuar com ele?

Qual é a real vantagem de continuar com o garoto enxaqueca no elenco alviverde ao invés de se pegar o pacotão de Euros e poder sonhar com outro 9 melhor e menos aprontão?

Ainda mais quando, as vésperas deste “vai não vai”, Deyverson publica um vídeo se despedindo, erroneamente é claro e, depois joga a culpa em um grupo de amigos do What’s App.

“Amigos que não são tão amigos”, afirma ele.

Será que dá para o torcedor do Verdão acreditar?

E some-se também a isso o fato de na coletiva express (se é que podemos definir uma pataquada e ridícula entrevista de apenas 3 perguntas permitidas ser chamada de coletiva. No mínimo poderíamos chamar de “desrespeito express”) ele repetir várias vezes que “é um menino brincalhão” e, em 3 oportunidades, “que pode errar novamente”.

Não Deyverson, você não pode errar novamente, já teria de ter isso bem nítido na sua cabeça na última reunião com os diretores do clube.

Erros são perdoáveis, até consideráveis, mas aceitar o repetimento constante deles chega ao cúmulo da burrice. Coisa que o torcedor não é!

Toda cota de delírios ou de bobagens atinge seu limite e o seu já chegou ao topo.

O torcedor do Palmeiras não suporta mais vê-lo em nova confusão e não, você não é mais um menino. Você precisa entender que jogar no Palmeiras é muito mais do que isso. honrar a camisa, a história e tradição de um clube rico e precioso nelas.

Precisa sair de uma bolha ao qual um grupo de jogadores atuais, principalmente brasileiros, parece viver e se manter constantemente. Um mundo paralelo onde besteiras, não importam o seu número, tem de ser sempre perdoadas.

E não, elas não tem.

Paciência tem limites e me surpreende que a de Felipão e do Palmeiras ainda não acabou.

E aí o pior, seguir e querer bancar o menino brincalhão do Verdão.

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