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Das frustrações da vida, não ter a oportunidade de conhecer Roberto Avallone


Sou, graças a Deus, muito grato a vida que tenho até hoje e o que tenho recebido até estes 32 anos.

Ter a oportunidade de, desde os 19, fazer o que amo: trabalhar no rádio e na televisão. Uma paixão incondicional!

Mas, infelizmente, tem algumas coisas as quais não tive a oportunidade de realizar. Por exemplo, o de ter convívio com alguns profissionais geniais na área do jornalismo. Como gostaria de ouví-los, conversar com eles e aprender sempre mais um pouco, dia após dia.

Não tive a alegria de conhecer tanto, por exemplo, Ricardo Boechat. Apenas o encontrava rapidamente nos camarins e figurinos antes de ele ir para o Jornal da Band e eu, para poderapresentar alguns programas no BandSports.

Ele claramente, sempre solicito e bem educado, cumprimentava a todos, inclusive a mim. Era um presente.

O único contato real mesmo com ele foram nos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Papo muito rápido que não durou mais do que 10 minutos.

Mas que conversa!

Guardarei por todo o sempre na cabeça e no coração o que falávamos do judô até aquele dia. Coincidentemente, o último antes do Brasil conquistar o ouro no Rio com Rafaela Silva, que tive o imenso orgulho de narrar na Band.

Não conhecer tanto Boechat, essa é uma das grande frustrações na vida. Uma de tantas.

E ontem mais uma frustração, com a ida de Roberto Avallone, que nos deixou aos 72 anos.

Essa é mais uma daquelas peças que a vida prega na gente e que, tristemente, sabemos que não vamos conseguir realizar esse desejo, este sonho. Queria encontrar Avallone, conhecer mais do profissional e poder ouvir, além dos conselhos (passados e contados por vários amigos jornalistas que já falaram dele), suas lindas e ricas histórias de uma memória tão forte e tão viva do futebol quanto a que ele tinha.

E não só pelo seu estilo ímpar na popular Mesa Redonda, que me fez ser fã em minha infância, em anos que para mim ter TV a cabo era um grande artigo de luxo. Assistindo-o me fez ficar ainda mais apaixonado pelas discussões futebolísticas e porque não, pela informação que o jornalismo esportivo traz..

Toda a força e apoio aos amigos e familiares do grande Avallone.

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