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Sobre Neymar e a Copa de Neymar


Já havia falado, ouvido, escutado, falado novamente sobre Neymar.

Durante o antes, o durante e o pós Copa.

E a minha opinião não muda.

Sem sombra de dúvidas que é um craque, mas um craque avesso e fiel opositor a quem o critica.

Mesmo que a critica seja de quem queira vê-lo crescer, chegar a atingir o sonho da sua vida, que é ser o melhor do mundo.

Não vejo hoje que Neymar queira chegar a ser um líder em campo, longe disso até. Atualmente para mim, o craque brasileiro mostra que quer apenas ser um líder técnico do time.

Mas mesmo não aderindo a essa liderança, mesmo que queira ser um craque só dentro de campo e nada demais fora dele, ele está, sim, sujeito a críticas.

Infelizmente Neymar vive em uma bolha, uma espécie de bolha individual que é criada e cercada por seus parças, familiares, puxa-sacos de redes sociais e até por parte de membros e profissionais, da mídia e da imprensa, ao qual não estão ali para ver e trazer opiniões diferentes e divergentes das que ele quer escutar.

Infelizmente, está cercado por um grupo de pessoas ao qual estão e ficam sempre em oposição a quem o critica.

Tem a bola de um craque, mas o fora de campo com um comportamento de adolescente, menino mimado que só enxerga o seu próprio nariz e as opiniões favoráveis daquele grupo de puxadores de sardinha que o acompanham dia após dia.

Neymar tem comportamento de um adulto birrento e mimado. Continuando assim, nunca será um líder técnico inspirador aos mais jovens e aos colegas de time e seleção e, tampouco, melhor do mundo.

Comportamentos e atitudes infantis de um cara de 26 anos, que há muito tempo não é um menino.

Infelizmente, este texto estava finalizado logo após a eliminação do Brasil diante da Bélgica e pensei que Neymar iria ter um instante de lucidez e, no meio da dureza de uma saída precoce da Copa (imaginava que o Brasil chegaria, no mínimo, as semifinais) pudesse falar ao povo brasileiros ou a aquele grande público que, embora não faça parte dos seus parças, queria ouví-lo e que tem nele, a figura de um ídolo.

Por mais que eu contrarie esse conceito de idolatria a uma figura como a dele.

Mas mais uma vez ele falhou, ao invés de falar aos microfones e expressar o que sentia e até, como homem que a idade já lhe dá, encarar de peito aberto até qualquer tipo de questionamento feito pelos jornalistas e jogar limpo, ser honesto, mesmo que até pudesse ser mais incisivo e até arrogante.

Não, Neymar se acovardou  e preferiu a bizarrice das redes sociais, com uma nota fraca e um texto que em nada demonstra o que ele sente, para realmente sair da bolha, mesmo que por um segundo, ter contato com a vida real.

Não, não dá até pena ver o quanto o criticam, como disse Edu Gaspar.

Até porque é no momento de derrota que se reconhece um gigante.

Cristiano Ronaldo, Messi e até LeBron James, ao levar a varrida histórica de 4 a 0 para o Golden State, mostraram a sua grandeza e foram encarar as câmeras e falar ao seu público.

Ao público que adoram e os que criticam, que gostam dele ou que o detestam.

Mas Neymar não, preferiu a mascara das redes sociais. Infelizmente, ele sempre prefere a bolha.

Mas o mundo, embora não seja quadrado, nem de longe é essa bolha a qual Neymar pensa que está.

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