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Que noite do Bahia, que trabalho de Carpegiani. Libertadores ainda é possível


Um jogo que começou quente, pegando fogo na Arena Fonte Nova, na sempre calorosa e calorenta Salvador.

Bahia e Santos já estavam empatando em 1 a 1 com 25 minutos de jogo.

Peixe começou melhor no ataque e fez com Bruno Henrique e o tricolor igualou o placar com Mendoza, cobrando pênalti.

O Santos começava melhor o jogo, mesmo sofrendo gol de empate. Chegava ao ataque, começava a partida intensa e, pelo que apresentava, podia buscar o segundo gol logo logo. Mas não buscou.

A principal temática desse time do Bahia com Carpegiani é o ataque rápido, apostando na velocidade de atletas como Zé Rafael e Mendoza e, com a melhor arma e com estes dois jogadores, saiu o gol do tricolor. Lucas Veríssimo tentou evitar que a bola chegasse no atacante colombiano, mas marcou contra. 2 a 1 era injusto, no meu entender, na Arena Fonte Nova

Santos tinha time e bola para tentar chegar ao empate, mas Peixe precisava recompor bem a sua defesa. Não fez.

Bahia era rápido, traiçoeiro quando parte em velocidade. Se continuasse vacilando desse jeito, o alvinegro podia tomar o terceiro, não podia desconectar do jogo. Mas desconectou.

Pênalti para o Bahia e bem marcado, Santos confundia velocidade no ataque com pressa e afobação, com um monte de gente a frente, que não sabia o que fazer. Daí veio o castigo. O terceiro gol do Bahia, na batida de pênalti com categoria de Edigar Junio. Bola de um lado e goleiro do outro.

Entendo que o desespero de Elano em encher a frente de atacantes quando o jogo ainda tinha pouco mais de 20 minutos não era necessário. Com tranquilidade e mexendo pouco, pontualmente, o Santos teria jogadores com qualidade suficiente que poderiam buscar o resultado.

Já o Bahia, que não tinha nada a ver com isso, conseguia envolver facilmente o setor defensivo do Santos. Chegadas de muita intensidade e velocidade no ataque, municiavam o tricolor sempre, que levava mais sustos a meta do Peixe.

Uma péssima atuação do Santos hoje, para esquecer. Time até foi bem no 1º tempo, mas em desespero desnecessário no 2º tentou buscar o ataque a qualquer custo, não conseguiu produzir nada de qualidade e mereceu a derrota.

Já o Bahia foi cirúrgico, conseguiu os 3 a 1 com méritos. Tricolor foi preciso quando pode, chegou sempre muito bem ao ataque, apostando em ações de velocidade e produziu as melhores jogadas na frente e também as melhores finalizações.

E o Peixe, que não perdia três seguidas desde o ano de 2015, perdeu. Marcelo Fernandes, naquele mesmo ano, havia perdido 4 consecutivas e deixou o comando, pra chegada de Dorival.

Dorival que, depois daquilo, não teve essa série negativa no Brasileirão.

Aplausos a Carpegiani. Quando Paulo César entrou no Bahia, tricolor tinha um ponto à frente da zona de rebaixamento. De lá pra cá, campanha fantástica, ganhou 16 dos 25 pontos disputados, com ótimos 64% de aproveitamento em 8 jogos e, hoje está livre do risco de queda.

Tricolor está, a 10 pontos à frente dos rebaixados do momento. Tricolor está a apenas um da zona de Libertadores. Nada a mais a dizer, só cumprimentar.

 

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