O portal mundial de rádios

.

De Cachito e Adriano, a Giovanni Augusto e Kazim. Corinthians, com sete dedos na taça


Impressionante que algumas histórias são mais do que especiais no futebol.

Há quem diga que seja aquela história típica de campeão. Supersticioso como sou e amante do futebol como pareço, acredito nessas histórias.

É Adriano que, embora não tenha jogado muito em 2011, faz o histórico gol contra o Galo e por o alvinegro ainda mais perto do título.

E Cachito Ramirez, o peruano, que era sempre o décimo segundo jogador a entrar e que ajudou, na partida contra o Ceará a colocar o Corinthians com o Penta.

Ou como foi Tupã em 90 ou Vagner Love em 2015, quando o momento de campeão pinta não a quem segure.

Mas com o Corinthians é diferente, mesmo com aqueles que a torcida não confia muito. Torce o nariz olho, mas acaba torcendo junto, apostando, acreditando e apoiando.

Como foi com Giovanni Augusto, no chute cruzado sortudo contra o Atlético PR em que a bola não tocou em ninguém e morreu no fundo do gol. Como é com Kazim que, de peito, faz um golaço  contra o Avaí(se achei o gol de Hernanes contra o Atlético GO um golaço, seria antiético não sê-lo agora).

Do nervosismo dos instantes finais em ter de suportar, contra o limitado Avaí, a pressão em busca do empate. Mas o corintiano já está acostumado a suportar pressão, a ter o coração quase sair da boca mas a voz quase ficar rouca em um grito  que sai da garganta, mas que vem do fundo da alma, do coração.

Dos dois jogadores em que a torcida não morre de amores. Mas morre por torcer, por acreditar até o minuto final. E quem estava no banco, faz o banco de emoções do corintiano explodir, vir as nuvens.

Parabéns Corinthians, quase hepta campeão brasileiro. Já tem uma mão e outros dois dedos na taça. Sete dedos do tamanho de um hepta mais próximo, que já podem começar a sentir o troféu nacional. Só resta saber em qual dia será a festa. Qual dia o Brasil será vestido em preto e branco.

Ao mais otimistas, já contra o Flu. Aos realistas, pode até ser contra o Atlético MG. A verdade é uma só, semelhante ao estranho relacionamento de amor do corintiano com o seu time, mais que time, uma religião, pintam sempre nomes inesperados que colocam a bola na rede.

Ou esperado… “Corintiano nunca desiste, com o Corinthians tem de acreditar até o último segundo”, diz uma voz lá do céu. Ok tio, mudo o que disse.

Com os inesperados mais esperados do que nunca, porque o alvinegro sempre espera algo da onde parece não se esperar nada e é disso que é vestido e travestido a mítica corintiana.

Reviews

  • Total Score 0%
User rating: 0.00% ( 0
votes )



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *