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Rádio convive com o mundo digital. Webemissoras fazem parte dessa nova visão


Importante matéria divulgada pelo portal do Jornal Cruzeiro do Sul falando sobre as rádios e a adaptação na era digital, nesse texto as webs confirmam cada vez mais o que era uma tendência e que agora é uma realidade nos meios de comunicação. Abaixo a matéria na íntegra.

É importante enxergar o rádio como um meio de comunicação de audiência expressiva, grande alcance e expectativa de vida longa. E não é preciso, de acordo com o escritor e pesquisador Otto Wey Neto, analisar muito sobre o que os ouvintes esperam no futuro. “Acabando ou não a transmissão exclusiva para aparelhos de som e radinhos portáteis, o rádio de hoje já convive com o mundo digital”, explica. Pode ser que haja uma integração total do rádio com a internet e pode ser que não, mas as emissoras já têm se virado para, à sua maneira, disponibilizar conteúdo aos ouvintes.

As webrádios (rádios na web) usam e abusam da transmissão linear da programação, assim como acontece no rádio tradicional, via AM, FM ou mesmo de uma rádio exclusivamente on-line, isto é, que só existe na internet. Outra opção, lembra o escritor, é o rádio on-demand (ou sob demanda). Como o próprio nome sugere, a rádio on-demand coloca toda a frequência da sua programação (ou parte dela) à disposição. “O ouvinte só escutará o conteúdo que ele quiser, na hora em que ele quiser, clicando nos links das reportagens, entrevistas ou programas de seu interesse”, esclarece.

A frequência da emissora é, em outros casos, constituída unicamente por um programa com um link para escutar, ao vivo, a programação da rádio. “Não há qualquer outro atrativo, além da programação da emissora. É a rádio em sua mais pura essência”. No mundo da webrádio, também são comuns os conjuntos de emissoras, a exemplo do norte-americano Shoutcast. Várias emissoras transmitem ao vivo, na mesma frequência, divididas por perfis de conteúdo. Cabe ao ouvinte escolher a rádio que quer escutar.
Na modalidade de áudios on-demand, algumas emissoras trabalham com uma plataforma mais adaptada à internet, na qual são realizadas transmissões normais com arquivos de programas e reportagens que podem ser baixados a qualquer hora do dia. A rede de rádio Central Brasileira de Notícias (CBN), por exemplo, disponibiliza materiais para que o ouvinte baixe e escute o assunto que mais lhe agrade. Já a Rede Pública Nacional de Rádio dos Estados Unidos (a NPR, sigla em inglês) traz a multimídia em um passo mais adiante.

A rádio coloca no ar tanto notícias exclusivamente em texto quanto em texto e áudio. “É possível ler o conteúdo na íntegra ao mesmo tempo em que (ou em vez de) ouvir a reportagem”, ressalta. As reportagens trazem o texto escrito e sons que a complementam. O texto e o áudio não trazem as mesmas informações: eles se completam, com informações distintas. O áudio é apenas um “plus” para o ouvinte, sem ser essencial para a compreensão da notícia lida.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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