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O que pode e o que não pode transmitir no futebol


* ATUALIZADO DIA 25/03/2015 – ÀS 12:30

Algumas webrádios tem dúvidas, quando formam a equipe esportiva do que transmitir ou não em sua grade, por isso o Painel da Webrádio, portal que fala sobre o assunto das webs há dois anos vem explicar o que é permitido e o que é proibido de se transmitir no futebol.

 

Esse texto serve como uma ajuda as webrádios já existentes e as que ainda irão ser formadas, para que não possam sofrer futuras sanções ou até processos das entidades que administram os eventos e dos meios de comunicação que detém a licença para veiculação.

 

Competições regionais e nacionais de clubes: elas estão liberadas, são campeonatos que podem ser livremente transmitidos pelas webemissoras.

Competições nacionais de outros países: para a transmissão, é necessária uma liberação da entidade organizadora da competição. Geralmente são entidades nacionais que regulamentam as competições e os respectivos torneios.

Copa Libertadores da América: pode ser livremente transmitida, não existem informações de que precise de uma autorização e uma chancela da Conmebol.

UEFA Champions League: tem de ter liberação da entidade competente, a UEFA. Geralmente os direitos tem de ser comprados e adquiridos, casos como o da ESPN, que possuem os direitos, a Globo e o Grupo Bandeirantes de Comunicação. A webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Mundial de Clubes da FIFA: tem de ter liberação da entidade competente, a FIFA. Os direitos, em sua maioria, são comprados e adquiridos, casos como o de emissoras de rádio que acompanharam in loco ou via tubo. Assim como no caso da anterior, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Amistosos da seleção: esse tipo de evento precisa de uma chancela e liberação da CBF, as rádios pedem essa permissão ou até mesmo pagam direitos para poder transmitir, a mesma medida vale para as webs.

Copa América: tem de ter liberação da entidade competente, no caso a FIFA e a Conmebol. Os direitos, em sua maioria, são comprados e adquiridos, casos como o de emissoras de rádio que acompanharam in loco ou via tubo. Assim como no caso da anterior, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Copas de Confederações: tem de ter liberação da entidade competente, no caso as federações e confederações continentais e a FIFA. Os direitos, em sua maioria, são comprados e adquiridos, casos como o de emissoras de rádio que acompanharam in loco ou via tubo. Assim como no caso da anterior, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Eliminatórias para a Copa do Mundo: tem de ter liberação da entidade competente, no caso as federações e confederações continentais ou a FIFA. Os direitos, em sua maioria, são comprados e adquiridos, casos como o de emissoras de rádio que acompanharam in loco ou via tubo. Assim como no caso da anterior, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Eurocopa: tem de ter liberação da entidade competente, no caso a UEFA. Os direitos, em sua maioria, são comprados e adquiridos, casos como o da ESPN, Globo e Grupo Bandeirantes de Comunicação que acompanharam in loco ou via tubo. Assim como nos casos anteriores, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

Copa do Mundo: somente por compra, por meio da entidade competente, no caso a FIFA. Emissoras de rádio e TV que acompanharam in loco ou via tubo tiveram de fazer isso. Assim como no caso da anterior, a webrádio poderá sofrer processos se não tiver os direitos legais da entidade competente e também pode ser denunciada pelos meios de comunicação.

 

Lembrando novamente que esse texto visa orientar as webrádios que queiram sobre os direitos e a legalidade para a transmissão correta e sem futuras dores de cabeça.

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